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♥ 31 de janeiro de 2009

A SÍNDROME DO NINHO VAZIO

Por conta do novo filme argentino que estreou esta semana nas salas de cinemas do Rio – “Ninho Vazio” – resolvi explorar este tema por ser de grande relevância, principalmente para nós, mães, em vias de casar os filhos.
Para melhor entendimento, vou começar fazendo uso da seguinte historinha que pincei da internet:
“Era uma vez uma bela casa. nela moravam mulher, marido e três filhos. A bagunça era muito grande, pois as crianças e seus amiguinhos tinham energia demais. A mãe, sempre zelosa, cuidava atentamente dos queridos pestinhas, enquanto o marido trabalhava. Não era fácil dar conta de tudo, mas ela fazia aquilo com muito amor.
Mais tarde, na adolescência, as “crianças” mostraram que não eram mais crianças e começaram a causar conflitos. Chegavam de madrugada e até montaram uma banda na garagem. O pai pedia para que a mãe solucionasse os problemas cotidianos, pois a vida dele já era bastante dura durante o turno de trabalho.
Nessa época, a casa vivia cheia de gente, logo vieram as namoradas e os namorados, que mudavam de cara e de nome com o passar dos meses.
A vida corria assim: a mãe cuidava das roupas, da comida, dos remédios e de tudo mais; o pai tratava de botar dinheiro em casa e impor-se nas questões mais sérias.
No tempo certo, os dois filhos se casaram e a filha foi morar numa cidade maior, para cursar faculdade.
A casa, que antes era cheia de entra e sai e blá blá blá, agora reservava uma paz exagerada, um silêncio incômodo, por vezes melancólico … e foi assim que o ninho ficou vazio”.
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A Síndrome do Ninho Vazio não é uma doença física ou psíquica, não se trata de frescura, sequer é um vírus contagioso. Ela é sim, uma profunda tristeza que algumas mães e/ou pais enfrentam quando os filhos deixam o lar para estudar, trabalhar ou casar. Para as mulheres esta fase tende a ser mais difícil, principalmente para aquelas que não desenvolveram outro papel, senão o de mãe.
O ninho ficou vazio, mas a cama, na maioria das vezes, não. O marido continua lá, só que aposentado. A frase “enfim sós” que antes parecia um sonho, agora anuncia turbulências. O casal terá de reaprender a viver junto e a redescobrir os prazeres da vida a dois. Contudo, o momento que deveria ser encarado como uma possibilidade de reaproximação (já que o tempo que o casal compartilha melhora qualitativa e quantitativamente), pode se transformar numa verdadeira guerra.
Quando os filhos saem de casa, para o homem também não é fácil. Ele passa a temer que eles não se cuidem ou que não tomem os cuidados necessários para sua segurança. E o pior, percebe que já não é mais o super-herói e o ídolo deles.
Já que os filhos resolveram viver suas próprias vidas, é tempo de desfrutar do mais raro tesouro da modernidade: o tempo livre. E o que fazer com o repentino tempo livre? A saída é criar novos interesses, novos projetos como: atividades artísticas, físicas, intelectuais (fazer um blog como esse, por exemplo…rs), sociais ou culturais.

Com a saída dos filhos de casa, ocorre além da liberdade ampliada, a redução na carga de responsabilidades – a meu ver, fatos favoráveis.

Cabe aos filhos orientarem os pais nessa difícil etapa de suas vidas. Contudo, não devem deixar para procurar a mamãe e o papai apenas quando eles forem necessários e convenientes. É importante que os filhos visitem os pais espontaneamente, que os leve para almoçar, jantar ou simplesmente passear, que passem as datas comemorativas juntos e, em casos de casamento, estimular o convívio com sua nova família, (sem exagerar pra não criar confusão com o cônjuge, é claro!), além de incentivá-los em novas atividades, viu filhota? (hihi!)
Todo casal deve sobreviver à síndrome do ninho vazio. Passada a tristeza, normalmente vive uma segunda lua-de-mel, agora mais amadurecido e em melhor situação financeira. É hora de curtir e aproveitar um pouco mais a vida!
Entretanto, há casais que cedem à pressão e o divórcio é o passo natural. Outros, encaram as dificuldades como desafios e lutam afincadamente e alguns reconhecem que sozinhos não conseguirão resolver seus problemas e decidem pedir ajuda profissional.
Enfim e apesar de tudo, os filhos criam asas mesmo e precisam alçar voo. A gente tem é que só tomar consciência disso e torcer por eles!
Para quem quiser assistir, aí vai a ficha do filme em questão:
“Ninho Vazio” (El Nido Vacio; Argentina; 2008) – drama
Sinopse: A dura experiência de um casal quando o filho cresce e sai de casa. As rachaduras de um casamento entre um bem sucedido escritor e sua mulher hiper ativa, escondidas há anos por trás do caos diário.
Uma boa pedida para qualquer um, especialmente para aqueles que já têm filhos. Totalmente indicado para casais. Mas, cuidado! Algumas cotoveladas acompanhadas da fala “igual a você” podem ocorrer durante a projeção.

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♥ 30 de janeiro de 2009

AH…O AMOR!!!

AMOR – palavra pequena – que traduz um forte sentimento. Pode ocorrer em vários tipos de relacionamento (entre mãe e filho, entre amigos ou irmãos etc), mas aqui destaco o que considero um dos mais importantes: aquele que ocorre entre casais.

Muitos poetas, filósofos e escritores tentaram defini-lo e alguns até chegaram perto, entretanto cada um coloca a sua visão, a sua experiência, o seu ponto de vista. Abaixo, cito alguns destes pensamentos para sua reflexão:

“O amor é paciente, é bondoso; a amor não é invejoso, não é arrogante, não se ensoberbece, não é ambicioso, não busca os seus próprios interesses, não se irrita, não guarda ressentimento pelo mal sofrido, não se alegra com a injustiça, mas regozija-se com a verdade; tudo desculpa, tudo crê, tudo espera, tudo suporta”.
Carta de S. Paulo aos Coríntios
“O amor é um sentimento que é capaz de mover montanhas”.
Victor Pinheiro
“O amor verdadeiro tem dessas coisas: não se explica, não se controla, não se racionaliza, simplesmente toma conta. É uma droga, um vício, uma viagem entre o céu e o inferno, ida e volta, várias vezes, sem parar”.
(Trecho extraído da crônica da Martha Medeiros – “Travessuras” da Revista O GLOBO, de 29/10/1006)
“Passamos a amar não quando encontramos a pessoa perfeita, mas quando aprendemos a ver perfeitamente uma pessoa imperfeita”.
San Kenn
“Todo amor que não promove a liberdade, não convém.”
Pe. Fábio de Melo
“O amor é como fogo: para que dure é preciso alimentá-lo.”
La Rochefoucauld
“Só o amor pode transformar vidas, mudar destinos, trocar direções, dar outro rumo à vida. Só o amor pode deixar a vida mais serena e mais bonita”.
Leticia Thompson
“O amor autêntico, o amor ideal, o amor da alma, é o que apenas deseja a felicidade da pessoa amada, sem lhe exigir em troca a nossa própria felicidade”.
Autor desconhecido
“Amar é ultrapassarmo-nos”.
Oscar Wilde, “O Retrato de Dorian Gray”
“O verdadeiro amor nunca se esgota. Quanto mais se dá, mais se tem”.
Saint-Exupéry
“O amor só é amor, se não se dobra a obstáculos e não se curva à vicissitudes… é uma marca eterna… que sofre tempestades sem nunca se abalar.”
Shakespeare
“Muitas pessoas se apaixonam muitas vezes na vida. Mas poucas amam ou encontram um amor verdadeiro. Ou às vezes encontram e, por não prestarem atenção nesses sinais, deixam o amor passar sem deixá-lo acontecer verdadeiramente. É o livre-arbítrio. Por isso, preste atenção nos sinais – não deixe que as loucuras do dia-a-dia o deixem cego para a melhor coisa da vida: O amor”.
C. Drummond de Andrade
“Amar não é apoderar-se do outro para completar-se, mas dar-se ao outro para completá-lo”.
Lao-Tsé
“Amar é querer estar perto se longe; e mais perto se perto.”
Vinícius de Moraes
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Alguém pode precisar o momento que passou a amar o seu namorado(a), noivo(a) ou marido (a)? Certamente isso é impossível, pois esse sentimento ocorre e amadurece no dia-a-dia da relação.
Se contrói nos pequenos gestos, nas nuances, nas gentilezas, na entrega, nas palavras ao pé do ouvido… e de repente, toma conta do seu coração.
Por isso que, neste período de preparativos para o casamento (que sei que não são poucos!), atentem para o amor; não deixem que ele esmoreça! Incluam pausas para o namoro, o lazer, os sorrisos, as conversas, o carinho mútuo. Coloque o amor de vocês em primeiro lugar, pois nenhuma festa de casamento perfeita vale a pena o risco desse sentimento se alterar, pois sem ele, não haverá o suporte necessário para a futura união.
Muito AMOR na vida de vocês!

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♥ 29 de janeiro de 2009

NOIVAS NEURÓTICAS

É sabido, que à medida que a data do casamento se aproxima, as noivas vão ficando cada vez mais ansiosas e estressadas. É preparativo dali, escolha daqui, degustação acolá… prova do vestido, cheques batendo… Ufa! É tanta pressão em cima das pobrezinhas que o sonho encantado do casamento pode transformar doces mulheres em criaturas à beira de um ataque de nervos.

Neste clima, é que o canal pago Discovery Home & Health, estreou a 5ª temporada da série NOIVAS NEIRÓTICAS (“Bridezillas”, uma alusão ao filme “Godzilla”), com novos capítulos mostrando o luxo, os ataques de raiva e as lágrimas das noivas, durante os preparativos de alguns dos casamentos mais elegantes dos Estados Unidos. Para que tudo saia perfeito no grande dia – das flores, buffet, cerimonial à roupa dos convidados – as noivas não economizam esforços e tudo isso pode se transformar em um verdadeiro drama coletivo.

Parece familiar? Então, não deixe de assistir e se divertir com a série!

Uma curiosidade: com o objetivo de promover a atração, foi realizada na Times Square, em Nova York, uma corrida de 10 noivas. Na brincadeira, as participantes deveriam escalar um bolo de casamento gigante. A vencedora foi a noiva Meghan Gressler, que liderou a prova desde o início e faturou o prêmio de US$ 25 mil. Nada mal, hein?

SÉRIE: “NOIVAS NEURÓTICAS”
Canal: Discovery Home & Health
Horário: 3ª feira – às 20h
Reapresentação: sábado – às 16h

 


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