♥ 3 de janeiro de 2014

Casamento no campo de Nana e João

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“A festa, além de boa de lembrar, foi boa de viver”. Foi assim que Nana concluiu o depoimento que nos escreveu.

Quem nunca ouviu falar que os noivos quase não aproveitam o grande dia? Nana e João não gostavam nem de pensar nessa hipótese, por isso planejaram um casamento despretensioso, informal e divertido, em que ela e o noivo pudessem usufruir tanto quanto seus convidados. Abaixo, ela compartilha a receita conosco, em 9 dicas preciosíssimas!

Eu, boba que sou, me atreveria a acrescentar uma 10ª, rs: fazer o casamento no campo, de frente para um rio. #apaixonei

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Depoimento da noiva, Nana:

“Eu sempre fiquei louca da vida quando alguém dizia que todo mundo se diverte em festas de casamento – menos os noivos. João e eu somos dois aventureiros despretensiosos e apaixonados por culturas novas. Nos conhecemos em 2009, quando meu editor me pediu que entrevistasse um tal de João Fellet, que fazia a loucura de cruzar a África, de norte a sul, de van. Queríamos um casamento que combinasse conosco, cheio de DIY!

Tomamos, então, uma série de decisões que fizeram não só com que os convidados se divertissem à beça, mas nós nos divertíssemos também. Ficam aqui essas medidas, que podem ajudar noivos com um perfil parecido com o nosso a terem um casamento mais com a sua cara!

1) Mandamos o buffet servir as entradas antes da cerimônia. Já percebeu como todo mundo fica mal humorado e azul de fome enquanto espera os inevitáveis atrasos da cerimônia? Os nossos, pelo menos, estavam de barriga cheia.

2) Entretemos os convidados na espera. Colocamos fotos de momentos especiais que vivemos com cada um dos convidados nas árvores do bosque onde seria o casamento. Todo mundo se divertiu lembrando histórias e recolhendo fotos, que podiam ser levadas para casa.

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3) Levei um maquiador/cabelereiro para me acompanhar durante a festa. Assim, pude chorar à vontade na cerimônia (ele me retocou para as fotos depois), pude prender o cabelo para curtir a festa e dar uma garibada no visu no meio da balada. (no finalzinho até troquei de roupa por um vestido mais confortável).

4) Fizemos nossos próprios votos. Isso deixou a cerimônia mais emocionante e mais leve. Todo mundo, depois, ficou dizendo que foi das cerimônias mais emocionante que já tinham visto – e os olhinhos vermelhos (até dos marmanjos) comprovavam. Vale completar que ela foi bem curta – durou apenas 20 minutos – e pedimos ao padre que não fizesse sermão (todo mundo odeia, afinal, não?).

6) Dispensamos a tradição do cumprimento nas mesas. Os noivos podem até achar que as pessoas gostam disso, mas suspeito que não seja verdade. As pessoas que estão ali querem se divertir com você e não cumprir tabela. Falamos com todos os 216 convidados de nossa festa, um a um, na pista de dança, no banheiro, na mesa do almoço (sim, tivemos tempo de comer já que não houve os cumprimentos), em um brinde pessoal.

7) Em vez de dançar valsa, cortar bolo e fazer brinde, fizemos um discurso curto e divertido, seguido por uma dança tradicional etíope que ensaiamos por 15 dias antes do casamento. O pessoal morreu de rir e se animou de entrar na brincadeira. Depois disso, a pista fervilhou das 17h às 21h. E todo mundo viu que, não importa quão mal eles dançassem – mais mico que a gente não pagariam. Então, cada um se sentiu à vontade para arriscar seus movimentos :)

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7) Em vez de pagar serviço de entretenimento para crianças, contratamos uma máquina de bolhas de sabão e colocamos na pista. Resultado: em vez de se livrar das crianças (como muita gente parece querer fazer em casamentos), nós as incorporamos à diversão com os adultos.

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8) Agradecemos a cada um dos fornecedores antes da festa e tratamos cada garçom, garçonete, montador e moça da limpeza pelo nome. É um aspecto básico da boa educação, mas muita gente esquece disso no corre-corre do casamento. É uma maravilha quando as pessoas que trabalham no seu casamento se sentem valorizadas, o clima fica leve e você dá risada até ao pedir um copo de água.

9) Finalmente, contratamos fotojornalistas e cineastas. Tá bom que você gosta de ter suas fotos posadas, mas o inesquecível mesmo, acontece quando você não percebe que está sendo fotografada. Gastamos pouco mais de 15 minutos para fazer as fotos tradicionais com nossos pais e irmãos e, depois, deixamos o talento de nossos repórteres fotográficos funcionar. O olhar de cineasta também foi ótimo. Ele não interferia com luzes chatas, nem atrapalhava a visão dos convidados na cerimônia. Não nos pediu absolutamente nada durante todo o casamento. Nada foi encenado. A festa, além de boa de lembrar, foi boa de viver.”

Obrigada, Nana e João, por compartilharem suas dicas e seu lindo dia conosco!

{Ficha técnica: Local: Espaço Serra do Mar, SP | Fotos: Ricardo Marques e Renato Leite Ribeiro | Decoração: SM Flores e Festas | Vestido: desenhado pela noiva | Maquiagem e cabelo: Ramon Amorim | Arranjo de cabelo: Cola Corelinha | Cineasta: Gustavo Queiroz}

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♥ 2 de novembro de 2010

Fofurinha de pajem

Gente, não aguentei quando vi esta fofurinha de pajem e vim logo mostrar para vocês!
Que cuti-cuti abraçando o bichinho de pelúcia!!!
Para mim, ele rouba a cena, com gravatinha borboleta de crochê, suspensórios e tênis estilo all star!
É filho ou irmãozinho dos noivos?
Era exatamente assim que gostaria que meu irmãozinho tivesse entrado no meu casamento, há um ano atrás, quando tinha 9 anos. Mas como ele já tinha altura de 12, foi impossível achar gravata borboleta e suspensórios… ele teria ficado até mais gatinho!
Olha com que traje ele entrou (o de número 4)… achei sério demais para uma criança e em um casamento ao ar livre de dia! Mas não teve jeito… o que rodei de lojas infanto-juvenis e de roupas de aluguel, não tá no gibi! Agora vendo, poderia ter tirado o terno dele e deixado entrar apenas com calça e camisa sociais e gravata, né? No dia a gente não pensa em nada, só no noivo, hehehe!
Bom, a fofura deste bebezinho não foi o único motivo desta postagem. Para mim, o traje ideal para pajem de qualquer idade é este: camisa e calça sociais, suspensório e sapatênis ou all star, porque acho que demonstra a informalidade de ser criança! Uma gravatinha borboleta fofa também vem a calhar, mas não acho imprescindível!
Beijocas,
Paula
 
Imagens: Lucida Photography

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